Maior carreata no DF marca apoio de Bolsonaro ao Gen Paulo Chagas

Hoje, Ceilândia foi a protagonista na agenda de Jair Bolsonaro.  O candidato à Presidência pelo PSL participou da maior carreata já realizada nesta eleição no DF, que engarrafou as ruas da região. Os apoiadores, em carros e motos, buzinaram, agitaram bandeiras e gritaram seu nome sem parar. As pessoas que passavam no momento corriam, celulares prontos para tirar fotos de Bolsonaro. Também os comerciantes saíram de suas lojas para registrar o evento.

O objetivo da carreata é mostrar o apoio de Bolsonaro ao General Paulo Chagas, candidato ao governo do DF pelo PRP e aos demais candidatos do partido ao Senado e à Câmara dos Deputados. No mesmo carro que Bolsonaro, estavam o postulante ao Buriti, Gen Paulo Chagas; Fadi Faraj, que tenta uma vaga como senador e alguns candidatos a deputado federal, entre eles, Carlos Arouck. Em outro carro, estavam os candidatos a distrital e em um terceiro carro, profissionais da imprensa. A Polícia Militar facilitou a passagem da carreata durante todo o percurso. Agentes da Polícia Federal garantiram a segurança de Bolsonaro

Houve atraso no horário de saída dos trios devido à multidão que se aglomerou para ver de perto Bolsonaro. Prevista para começar às 10 horas, a carreata só saiu perto das onze da manhã, sob sol forte e confusão. Muitos queriam subir nos carros, já lotados. O filho do presidenciável, Eduardo Bolsonaro, marcou presença junto ao pai e optou por acompanhar a carreata a pé. O trajeto iniciado em Ceilândia Norte, percorreu a principal avenida, Hélio Prates até chegar ao Taguacenter.

A escolha por Ceilândia não ocorreu por acaso: além de ser uma das zonas com maior concentração de eleitores do Distrito Federal, é onde mora a mãe da esposa de Bolsonaro. A carreata teve início com o discurso de Bolsonaro enquanto o Hino Nacional era executado. “Sou Paulo Chagas”, declarou. Os dois candidatos trocaram elogios mútuos e Bolsonaro fez um gesto de vitória levantando o braço do general para o alto, assistido por todos que se reuniram no local, muitos vestidos com a camiseta do “mito”, como chamam Bolsonaro. O ato foi encerrado com um “Pai Nosso”.

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