Mourão diz há “sensacionalismo” do MP quanto ao caso Flávio Bolsonaro

Vice-presidente diz que o caso não tem ligação alguma com o Palácio do Planalto e afirmou que o presidente da República nada tem “a ver com o assunto”

O vice-presidente da República, Antonio Hamilton Mourão (PRB), disparou contra o a Ministério Público do Rio de Janeiro e criticou a investigação do órgão que envolve o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo o vice-presidente da República falta “foco” ao MP. Ele ainda disse que existe “sensacionalismo” e “direcionamento” na investigação envolvendo o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-assessor e ex-motorista Fabrício Queiroz. As informações são do Jornal O Globo. 

Para Flávio Moreno, Presidente do PSL Alagoas e dos Agentes Federais do Brasil, o caso é particular do Flávio Bolsonaro. Não vejo a mesma descoberta e divulgação pela COAF dos bilhões roubados da Petrobras, Caixa, Fundo de Pensões, BNDS, nos bilhões roubados no governo do PT e os milhões movimentados por Deputados Estaduais do Rio de Janeiro. Os bandidos movimentaram bilhões durante anos em malas, contas, caixas, e a COAF não viu? O próprio Palocci disse que Lula recebeu dinheiro vivo. Flávio Bolsonaro tem todo direito de recorrer à Justiça, sofre de sensacionalismo.

Aqueles que carregaram a bandeira do Bolsonaro precisam ter cuidado, a esquerda e grande mídia que fizeram de conta que “nunca viram” a roubalheira dos governos passados agora atacam o Governo Bolsonaro seja em uma simples troca de funcionário de terceiro escalão, seja em relação a vida particular de seus filhos, um pronunciamento de ministro feita há anos. Ou seja, não estão satisfeitos com o fim da sangria na roubalheira, mamatas, fraudes e esquemas nebulosos de privilégios que vem sendo cortados.

Bolsonaro faz em 20 dias o que nenhum governo nos últimos 30 anos fez em termos de por fim só toma lá dá cá, por pessoas técnicas para ocupar ministérios e secretarias, cortar fraudes e gastos desnecessários, inclusive os milhões gastos com a mídia. Está pagando o bolsa família, o dólar e o preço do combustível cai, o real e bolsa de valores tem a maior valorização da história, a confiança do mercado existe, novos investimentos que gerarão empregos, as famílias passam a ter mais direito a defesa com a posse de arma, Bolsonaro se preocupa até com bairro de Maceió, o PINHEIRO, fez reunião com Ministros para solucionar as investigações e dar ampara aos moradores.

O ex-procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio Lopes, foi preso, atuou durante o governo Cabral. Deputados com movimentos que somam mais de 40 milhões, idem. A se a COAF e o MP do Rio se tivessem toda essa eficiência há tempos, Cabral e Pezão, ex-Governadores do MDB que estão presos não teriam saqueado e quebrado o Rio de Janeiro. Onde eles estavam? As investigações devem ocorrer, o sensacionalismo – não.  Concordo com o vice-presidente General Mourão. Concluiu, o Policial Federal Flávio Moreno.

“São várias pessoas investigadas nessa operação, na Furna da Onça. As quantias que estavam ligadas ao Flávio eram as menores. As maiores, se não me engano, eram ligadas a um deputado do Partido dos Trabalhadores (PT). E ninguém está falando nisso”, disse Mourão. “Eu acho que está havendo algum sensacionalismo e direcionamento nesse troço. Por causa do sobrenome. Não pela imprensa, que revela o que chega às mãos dela. O Ministério Público tem de ter mais foco nessa investigação”, afirmou o vice-presidente, ao jornal.

Durante a entrevista, Mourão ainda tentou distanciar o caso do Palácio do Planalto. “Esta é uma questão do Flávio Bolsonaro, não tem nada a ver com o governo federal. Esse assunto pertence ao Flávio e aos assessores dele. Vamos aguardar os esclarecimentos que tiverem de ocorrer por parte dele mesmo e da própria investigação que está em curso”, completou.

Um novo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) feito a pedido do MPRJ, fortalece as suspeitas de que servidores devolviam parte de seus salários a parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here